tirando a parte sobre os trechos longos e cenas "inúteis" achei os pontos bastante pertinentes e interessantes. ainda não conhecia o padrão 1/f e vou pesquisar mais sobre. ótimo texto!
Antes de mais nada, peço desculpas se este replica em um comentário de um subscrito soe de mal gosto aqui pelo Substack, sou novato por estas bandas e ainda não sei bem quais atitudes são consideradas OK, e quais não são.
Enfim, minha pergunta é: por que "tirando a parte sobre os trechos longos e cenas "inúteis""...? E pergunto isso justamente porque esta foi uma das melhores partes do texto, juntamente com as demais dicas práticas ao final dele. Não que este ponto do padrão 1/f não seja interessante, no entanto, está muito breve, soa mais, justamente, como um convite a se pesquisar sobre. E mais, me parece que se trata de um conceito que se aplica mais ao cinema (no meu caso, meu interesse é a escrita) ou, pelo menos, à escrita que se destine como roteiro de uma obra audiovisual.
A questão é que me parece que a dica sobre trechos longos e cenas inúteis, embora soe óbvia, é, na verdade, uma excelente sugestão para escritores que estão começando (meio que... meu caso). É claro, quando você coloca inúteis entre aspas, faz parecer que nenhuma cena é inútil e pode ser o caso quando estamos falando de escritores experientes e/ou consagrados. No entanto, acredito que seja algo bem corriqueiro para quem não domina técnicas de escrita e narrativa.
Vou te responder de forma bem objetiva: eu não acredito que haja utilidade e inutilidade em peças artísticas. No caso eu me referia ao cinema mesmo e não gosto de pensar em arte como algo utilitarista de nenhum modo. Mas como espectadora mesmo, não como artista.
tirando a parte sobre os trechos longos e cenas "inúteis" achei os pontos bastante pertinentes e interessantes. ainda não conhecia o padrão 1/f e vou pesquisar mais sobre. ótimo texto!
Oi, Jade, tudo bem?
Antes de mais nada, peço desculpas se este replica em um comentário de um subscrito soe de mal gosto aqui pelo Substack, sou novato por estas bandas e ainda não sei bem quais atitudes são consideradas OK, e quais não são.
Enfim, minha pergunta é: por que "tirando a parte sobre os trechos longos e cenas "inúteis""...? E pergunto isso justamente porque esta foi uma das melhores partes do texto, juntamente com as demais dicas práticas ao final dele. Não que este ponto do padrão 1/f não seja interessante, no entanto, está muito breve, soa mais, justamente, como um convite a se pesquisar sobre. E mais, me parece que se trata de um conceito que se aplica mais ao cinema (no meu caso, meu interesse é a escrita) ou, pelo menos, à escrita que se destine como roteiro de uma obra audiovisual.
A questão é que me parece que a dica sobre trechos longos e cenas inúteis, embora soe óbvia, é, na verdade, uma excelente sugestão para escritores que estão começando (meio que... meu caso). É claro, quando você coloca inúteis entre aspas, faz parecer que nenhuma cena é inútil e pode ser o caso quando estamos falando de escritores experientes e/ou consagrados. No entanto, acredito que seja algo bem corriqueiro para quem não domina técnicas de escrita e narrativa.
O que te levou a desconsiderar essa dica?
Oi, Drigo!
Vou te responder de forma bem objetiva: eu não acredito que haja utilidade e inutilidade em peças artísticas. No caso eu me referia ao cinema mesmo e não gosto de pensar em arte como algo utilitarista de nenhum modo. Mas como espectadora mesmo, não como artista.
E se ele permite um estudo sistematizado das relações politicas permite também um estudo acuradovdas práticas e representações culturais.